segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

Esse texto poderá ser incluído na minha biografia autorizada.


200º post do Freckled :D
Eu estou me sentindo pop pela primeira vez na vida. E eu nem sou revisora do Piece of Paper nem nada. Eu sempre fui a loser da sala, ninguém nunca me convidava pra festas, eu tive 50 amigos no Orkut durante um bom tempo. Minhas opiniões nunca eram respeitadas, ninguém sabia que eu existia. Pelo menos não na esfera adolescente da coisa. Mais aí, eis que eu mudo de colégio e em dois dias sou convidada pra uma festa num lugar chique. Por causa do meu chaveiro dos Beatles, sou considerada uma menina com estilo. Antes, claro, eu entro para um blog promissor. Pessoas me adicionam no Orkut pelo simples fato de eu escrever nele. Até o Jerri Dias deu uma olhadinha. Sou uma nova mulher. É, isso dá uma biografia. Estou falando isso porque eu quero que em algum dia pessoas façam trabalhos escolares sobre a minha vida e o Freckled vai ser uma boa fonte de pesquisa. Acabei de fazer um trabalho sobre a vida do Obama gatinho. Esses trabalhos são interessantes, porque a gente acaba descobrindo coisas inimagináveis. Por exemplo, você sabia que o nosso sex symbol preferido fumou cocaína e maconha quando estava na faculdade? Yeah, yeah, chocante. Ou não. Quer dizer, essa informação está pra qualquer americano com internet ver e olha no que deu, ele é presidente dos United States. Mas aí, acontece que Michael Phelps (vulgo primo do Danny Jones) fuma maconha e é suspenso no esporte nesse mesmo país. As coisas não são justas. Ser presidente deveria ser considerado mais importante do que ser um ídolo do esporte. Afinal, a gente vê em filmes americanos que as crianças querem ser presidentes quando crescem, não nadadores mutantes e sem dentes com a envergadura dos braços maior que o corpo. As crianças americanas podem achar que para ser presidente elas devem fumar maconha. Os EUA vão ser dominados pela geração de drogados. Um monte de crianças lesadas vão ser pegas brisando nas aulas. Com a globalização, esse efeito vai se espalhar pelo mundo inteiro. Ou não. As pessoas tem memória muito curta. Os americanos são alienados. Nada disso vai acontecer por enquanto. Mas, coitado do Michael Phelps, estragou uma biografia perfeita de sua vida de atleta olímpico por causa de um baseado. Coitado nada, agora que ele foi suspenso ele pode se destinar a outras atividades. Rebeca Machão Gusmão agora é jogadora de futebol. Michael Phelps, com a sua alta popularidade de super atleta, pode ajudar a banda do seu primo preferido a deslanchar na américa. Aí, quando bater aquela crise de abstinência e ele for pego com a boca na botija de novo, pode investir na sua carreira de produtor de bandas. Ou então montar a CADEU (Clínica de Apoio aos Desdentados dos Estados Unidos). Eis mais um capítulo fascinante para sua biografia. Não estou criticando os EUA, até porque essa coisa é meio generalizada. Aqui no Brasil, recentemente mesmo, nós tivemos nosso querido ex-ministro Subo-Nesse-Palco-Minha-Alma-Cheira-Talco Gilberto Gil que admitiu que fumou maconha até os 50 anos, se não me falha a memória. Todos nós convivemos com isso. Para reverter o problema todos esses indivíduos podiam se juntar e fazer uma campanha anti-drogas, não?
Eu e minhas vontades de mudar o mundo. Tenho que parar de pensar assim. Afinal, eu ainda não
cheguei ao status do Bono Vox. Não pro enquanto. Cala a boca Marília, que dá mais certo.

Beijo, da garota dos seus sonhos.

Você é a garota dos sonhos do Adam? Se candidate aqui

3 freckledmaníacos.:

Dóri disse...

Eu comi o Bono ontem.
No McFlurry, saca? HAHA
E eu não uso drogas, fato.

Dóri disse...

P.S.: Mandei e-mail pro Adam HAHA

Mandi disse...

EU RI DEMAIS AHOEIUHAEIOUHEIOUAHEIAEIOUAHEIOUAHEOIAHEIOAHEIUAHEIUHAEIOHAOEI.
Também quero um chaveiro dos Beatles *-*

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