terça-feira, 31 de março de 2009

Yes dinner. No problems.


Eu acabei de ver a Thalita Rebouças no Video Show, isso me animou a vir postar aqui. Ela tava linda gente *_*

Já viram a promoção da 89? Preciso dizer que morri? Dizer que imaginei como seria?
Bom, para quem ainda não sabe, se você for sorteada, você ganha um jantar com o McFly! Isso mesmo UM JANTAR. Como tenho prova de matemática amanhã, e minha mente está bem vaga, vou imaginar bastante como seria, e vou colocar aqui.

Primeiro de tudo, no meu sonho, eles estariam falando português. Claro, quanto mais fácil, melhor. Sinto que seria bem difícil se eu tivesse que ficar mais nervosa ainda pensando se falaria as palavras certas, e se eles me entenderiam. Então, já falando português, nós iríamos decidir o local que seria o jantar. Brasileiro? Chinês? Japonês? Tailandês? Isso não iria me importaria nem um pouco. É óbvio que eu não comeria nada, certo? Porque? Prevenção, lógico, acho que não sria nem um pouco agradável dar um sorrisinho aberto para o Danny e assim, mostrar as pequenas e nojentas alfaces presas entre meus dentes. Isso poderia até causar um acidente, uma morte quem sabe, eu matando um superstar! Sim, isso poderia relamente acontecer, porque ele iria começar a rir loucamente das minhas companheiras alfaces, quando um arroz perdido no meio de sua linda boca entraria ela sua traquéia, causando um terrível engasgo, falta de ar e até morte. Imagina aquele bando de groupies me perseguindo e me acusando da morte de seu lindo e maravilhoso Danny Jones! Por isso eu vou prefirir não comer, para não machucar ninguém.
Com o restaurante já escolhido, eu tentaria ao máximo não sentar na ponta da mesa. Desastrada como eu sou, é óbvio que o garçom não veria meu pequeno pé no meio de seu caminho, tropeçaria nele e derrubaria todas as bebidas contentes em sua bandeija em ninguém menos do que Danny Jones! E assim, sua chapinha, e seu ânimo, iriam por guaraná, cerveja e coca-cola abaixo. Eu acabaria com o dia novamente, portanto: Nada de sentar na ponta da mesa, iria me sentar no meio, do lado do Danny, sentindo seu cheiro natural.
Falando em cheiro, eu levaria uma reserva de desodorante na minha bolsa, é claro. Eu estaria nervosa, nervosa e nervosa. Ficar nervosa me faz suar mais ainda, por mais nojento que isso seja, todos sabem que o suor não traz um cheirinho muito gostoso, portanto, com um desodorante reserva eu poderia muito bem levantar meus braços e abraçar o Danny, sem fazê-lo vomitar, desmaiar, ou alguma coisa do gênero...
Tomaria cuidado também em não me sentar perto do ventilador, por mais que ele possa refrescar, ele pode também acabar com minha noite McFly. Motivo? Meu cabelo pseudo-afro. Me sentando perto do ventilador, um vento em excesso viria na minha direção, passando diretamente pela minha cabeleira, bagunçando-a. Mas, infelizmente, não ficaria só bagunçado, ficaria assustador, amedrontador e horroso. Além de me fazer passar uma vergonha básica, eu poderia assustar um dos garotos, que, acostumados com cabelos lisinhos britânicos, morreriam de susto ao ver uma garota metade-leão a sua frente. Assim, o pesadelo de ter groupies loucas correndo atrás de mim voltaria, portanto, cuidado com o ventilador e suas amiguinhas hélices!

Eu poderia enumerar mais milhares de motivos para impedir desastres no meu jantar com o McFly, mas como tenho o pior dia da minha vida amanha (lê-se prova de matemática), tenho que ir correndo para meu encontro com os números. Desejem-me boa sorte e rezem pela minha pobre alma.
Júlia se despede já entrando no clime matemático:
Milhões de beijos equacionários, abraços elevados a mil e o quadrado de 1500 de tchaus!



segunda-feira, 30 de março de 2009

Nr!


Eu estou fazendo esse post só porque o Gustavo não parava de falar na minha cabeça. Mentira (L).

Enfim, Nr, baby! O paraíso na roça, pra onde eu vou! Sim, eu: Lola Macedo Medeiros e em breve Gossling (Um dia eu explico porque) irei em viagem de formatura para lá! MUAHAHAHA!
Esse é um dos motivos de não ir ao show do McFLY. Embora eu coloquei a proposta para a minha mãe de abandonar o NR, a formatura, tudo que tivesse direito para ir novamente ao show deles, mais ela não aceitou. Então já que irei em Setembro e está confirmado...é melhor eu contar vantagem.

O que é o NR: Um acampamento em Campos do Jordão, aonde vai ter muita comida, bebida, e atividades. Longe dos nossos queridos papais *-*

O que tem no NR:

Festas todas as noites, no meu caso as quatro noites que vou passar lá:
Festa Fantasia
Festa experience beats
Festa Country
Baile Preto e Branco.

Temos também a Micareta! É minha gente, um bando de adolescentes de quatorze anos pulando no meio do mato, isso é a tendência do momento.

Temos também: Feijoada com Pagode: Vai ser o momento que eu mais espero, um bando de gordinho sentando em um banco tentando cantar um ritmo-não-criativo que é quase a mesma coisa que Sertanejo, nunca varia. Uma coisa linda sabe, com feijoada, daquelas que vai ter gente puxando cabelo um do outro pra chegar no banheiro!

Como eu disse, o paraíso na roça. Com rodas de violão, aonde eu vou mostrar o meu tamanho talento (cof cof). É por isso que a minha mãe quis que eu trocasse o show do McFLY!
Enfim eu espero que seja realmente o paraíso, porque eu estou precisando.

Gente, semana que vem, terça-feira, meu aniversário! SIM, me mandem cartinhas? Ou uma ligação? UAHUAHUA Sério, quem quiser me adicione no MSN: my.limonlollpop@hotmail.co.uk. Eu passo o endereço, cep, tudo certinho e o celular pra quem quiser! Pode ser que eu fique feliz pelo menos no dia do meu aniversário! Ê

Kiss in your BIG ass!

Tialola!

Hora do Planeta.... Tá, e as outras??


Eu fico de cara com essas coisas tipo hora do planeta. Quer coisa mais inútil do que você desligar as luzes da sua sala por uma hora? Beleza, eu apaguei porque fui a uma pizzaria, e vocês???

Muito fácil você ficar uma hora com a luz apagada e depois ir no supermercado e pegar muitas sacolinhas plásticas, ou encher a cara de carne (não era daqueles vegetarianos chatos que acham que quem come carne é um ser primitivo, mas agora me tornei um), ou ficar disperdiçando água....

Nesse ano, minha tia viajou e eu e minha mãe fomos tomar conta da casa dela (e da cachorra linda dela *-*) por duas semanas. Eu fiquei chocado com a quantidade de disperdício que aquela casa possui. O monitor do computador fica ligado o tempo inteiro, assim como o modem, o estabilizador, aquele bagulho loki da tv a cabo que você aponta pra mudar de canal e eu não sei o nome, o microondas fica sempre na tomada... Eu nem sei pra que eles utilizam lâmpadas, já que você pode se locomover na casa durante a noite perfeitamente só com as luzes emitidas por essa quantidade enorme de aparelhos eletrônicos.

Daí domingo no Fantástico passa as cidades apagando seus monumentos, e uma família ridícula com uma menina super tonta se achando porque ficou uma hora com a luz desligada. E quando o repórter perguntou pra múmia o que ela tinha aprendido com essa "Hora do Planeta", ela disse algo do tipo "Que se cada um fizer sua parte, a gente pode salvar o planeta..."

(Não que eu assista, parei de assistir jornais, mas o momento família me fez ir até a sala.... E ver Fantástico...)

Eu ODEIO essa frase de salvar o planeta... Ele vai continuar aí, quem vai morrer é a gente... E que parte sua você está fazendo?? Só deixou de utilizar energia elétrica por uma hora, meu Deus, to chocado...

Vamos fazer então a semana do planeta? Quer participar??? 3 coisas só que você tem que fazer!

1- Desligar sempre seus aparelhos eletrônicos que não estão sendo utilizados.
2- Diminuir a quantidade de lixo inútil que você produz, como papel de secar a mão, sacolas plásticas, copos descartáveis
3- Não comer carne. Tentem, não custa nada... Ou pelo menos reduzam a quantidade. Pode parecer papo de vegetariano chato, mas vocês não sabem o bem que isso faz a vocês mesmos e ao planeta...

E não pense que: Eu estou fazendo a minha parte, ai que bonito que eu sou, vou para o céu. Você não está fazendo mais que sua obrigação de não piorar a situação que já está crazy.

Afinal, mais ajuda quem não atrapalha ;D

domingo, 29 de março de 2009

JAI HO!

Pra começar, essa foto foi tirada pela Yasmin, irmã do Yago que foi entrevistado no post "A Pior Entrevista do Mundo". Fui ao shopping hoje para ver se achava algum mais barato, mas NEM ACHEI O CD. E não achei Michael Bublé também. Que tipo de livraria é a Cultura que não tem Michael Bublé? Seus preconceituosos, tinha até Jonas Brothers u.u
Mas eu não estou aqui para falar do Dado. Ele é um drogado espancador de donzelas mostradoras de seios, portanto, não é um bom exemplo para a minha vida.
Fui assistir ontem ao filme mais premiado do Oscar, o "Quem Quer Ser Um Milionário?". Sinceramente, um dos melhores filmes que eu já assisti!
Para começar, tive que me acostumar com a idéia de ver o Anwar do Skins no papel do Jamal. Mas foi fácil, agora vai ser difícil acostumar a ver o Jamal como Anwar quando eu voltar a ver Skins.
Mas é MUITO bom! Jai Ho é uma das melhores músicas de filme que eu já escutei. Só perde para Way Back Into Love, de Letra e Música, que ganhou até versão em português, que tocava no Negócio da China, e que eu já cantei juntamente do meu amigo em uma festa de Natal da Dona Vera do Violão.
Estou tentando criar uma crítica sem spoilers, mas é meio difícil fazer isso... Se eu conseguisse, já tinham me chamado para trabalhar na Veja, mas eu odeio o que a Veja escreve, mas eu leio, porque chove Veja em casa.
Mas posso dizer que vale a pena assistir. Sabe, é tão mágico você ver uma coisa tão diferente, tão fora daqueles padrões hollywoodianos ter sido tão apreciada. E com merecimento. As cenas são fortes, às vezes. Emocionantes. Chocantes. A pobreza choca.
Curiosidade: A Índia é número um em má distribuição de renda. Em segundo lugar vem o Brasil, é lógico.
Nós estamos acostumados com favelas. E as nossas favelas chocam. Mas as favelas indianas? Dá até vontade de chorar. Quanta pobreza. Gostaria de ser uma milionária, como o Jamal, pra ajudar aquela gente.
Mas é bonito ver aquelas crianças, mesmo em tais situações, nunca desistindo. Principalmente o Jamal. Quer algo mais bonito do que alguém que prefere o amor ao dinheiro? Me faz lembrar a velha canção: I don't care too much for money, money can't buy me love!
Falei mais do filme no meu blog pessoal, Her Life Is A Movie, criado ontem. Visitem, ficarei feliz!
Às vezes dá até vontade de ter alguém como o Jamal. Nunca desistindo do amor de sua vida, por mais que isso seja difícil. Uma inocência rara nos dias de hoje.
Não estou de falar muito hoje.
Post nada com nada.
Fichamento cansa.

The King Bitch, por Mandi e Lola!

Lola: Buenos dias, pessoal bonito. Como vai essa saúde? Hoje, mais uma vez o post vai ser conjunto. Hoje nós vamos falar de garotas, vários tipos de garotas! Let's go bitches panãnãnã.

Mandi: Olá, queridos leitores do Freckled. Este é mais um post do Tico e do Teco, da Lola e da Mandi. Eu acordei revoltada hoje, mas não quero falar mal de homem. Quero falar mal é de mulher mesmo! Começando pelas depravadas, que andam com uma saia do tamanho da faixa de cabelo que eu usava quando tinha seis anos de idade, com uma blusa tão curta que dava pra colocar na Barbie e tanta maquiagem que, se você jogar água, o rosto derrete e some. Aquelas idiotas que não ligam para o próprio corpo e que algum dia estarão pedindo esmola na rua, para garotas como eu e a Lola (:

Lola: É, esse tipo de garota, são aquelas, que o cérebro quando está inchado é uma ervilha. Corpinho escultural, com as costelas saindo pra fora, colocam papel higiênico no sutiã para que os seios fiquem maiores. Aquelas que vão furtar o seu homem, e no final se tornam apenas um lixo descartável. É minhas queridas, cuidem-se porque o mundo não é mais o mesmo, e as nerds escritoras de blogs é que vão tomar o seu lugar MUAHAHAHA.

Mandi: Sua risada final me deixou com medo, Lola O-O AHEIUHAEIUAHUIE. É tão legal soltar a raiva aqui no Freckled! Eu tive uma idéia GENIAL agora: nós podíamos transformar todas as putas em botões. Aí elas estariam satisfeitas, e nós também. Elas estariam felizes, porque pertenceriam ao lugar onde sempre quiseram estar: presas na calça dos homens. E nós estaríamos felizes porque agora elas seriam inanimadas, não ocupariam as ruas e não transformariam mais oxigênio em gás carbônico.
Cara, nós respiramos o ar dessas pessoas! Ainda bem que quando os extraterrestres chegarem, eles com certeza farão uma desintoxicação por aqui.

Lola: Não é a toa que na marcação do orkut sempre é no: psicopata, louca, psicótica. Eu não sou tão má assim! Achei uma ótima idéia, porém acho que eu devia ser uma matadora de aluguel que serve para matar patricinhas, seria mais dócil. Tá parei. Aqui na minha cidade, este caso é ainda mais complicado, já que eu já descrevi como é ser top aqui. Vamos ver um exemplo: Sexta-feira passada, minha amiga me convidou para ir no famoso bar-do-renato-que-não-tem-criatividade-para-nomes, eu resolvi ir, para ver se conseguia me enturmar. Agora Manda, me pergunte o que aconteceu.

Mandi: O que aconteceu, Lola? (medo da resposta).

Lola: Merda, o mamute virou merda! UAHAHAUHA Ok, o mamute não virou merda, mais aconteceu uma merda (?) Eu estava tentando passar para o lado negro da força, com um vestido, cabelo arrumadinho. Me arrependi bastante, eu não estava nada confortável. Além disso me fizeram ficar bem na frente da caixa de som, onde uma banda tocava sertanejo. A música já é ruim, os cantores ainda mais péssimos. Pensei que aquilo fosse quase um purgatório, eu ia ficar louca! O cheiro de churrasco estragados afetando as minhas narinas. É, a Amy Winehouse que tinha dentro de mim estava quase sendo cuspida pra fora.

Mandi: NOSSA, LOLA. CONFESSO QUE ESTOU EM CHOQUE. Mas não se preocupe, com o tempo você supera. O tempo é a solução para todos os nossos traumas, sério mesmo. E no futuro, quando nós nos mudarmos com os extraterrestres, isso não vai fazer diferença alguma. Quando a Maah ganhar o Oscar, o freckled for o melhor blog do mundo e eu for uma exímia jornalista, nossas merdas não vão fazer diferença.
Estou muito feliz agora, descarreguei a minha raiva comprimida. Só falta bater em alguém, e eu vou completar meu dia. Se isso acontecer e a polícia começar a vir atrás de mim (?), você vai vir me buscar aqui no Rio pra que eu fuja, Lola.
Enfim, este foi mais um post-conjunto-totalmente-sem-noção-da-Mandi-e-da-Lola.
Beijos, Teco desliga, câmbio!

Lola: Sim, eu também preciso bater em alguém, acho que estou indo morder a bochecha da minha irmã. Claro, eu te buscarei e te levarei para o Empório dos Homens! Assim como todas as leitoras que estiverem em depressão e raiva. É, então termina aqui mais uma retardadisse conjunta.
Kiss in your BIG ass. Tialola e Mandi forever na night.

OBS: A Lola escolheu a foto, reparem no "the king bitch" ali no canto. Seria "queen", mas a cabeça da tia Lola é complicada e cheia de duplos sentidos HAOIUEHAOEI :D

sábado, 28 de março de 2009

Radiohead por Ivan ;D

Olá pessoas. Vocês devem estar se perguntando, Ivan, quem?



Resumindo, muito prazer, meu nome é Ivan, 18 anos, Campinas, amigo da Dóri (que caso não saibam é uma ótima cover de Shakira, ôee), vegetariano wannabe vegan, noveleiro, técnico em mecânica, orçamentista técnico de manutenção de bombas hidráulicas (mas hein???) que gasta o salário inteiro para ir em shows =D

Sempre tive fotolog, diário, blog, twitter e o caralho a quatro, mas fazia tempo que não escrevia nada assim além do twitter... Daí estava conversando com a Dóri eu pedi pra escrever aqui, e fui convidado, ai que lindo, obrigado, estou emocionado. Até parece que estrei no Big Brother 8D

Na verdade eu vim aqui porque ela disse que ninguém ainda tinha postado sobre o show do Radiohead.... COMO ASSIM??? Pronto, problema resolvido, cobertura especializada de Ivan, o garoto das grades (quase todos os últimos shows que eu fui fiquei na grade... É tão legal quando chega seu amigo e fala: ai, ontém eu ouvi Offspring/Björk/Jesus and Mary Chain/Gogol Bordello/Arctic Monkeys/Killers/Kaiser Chiefs e você responde: ah, já vi... NA GRADE!! Melhor coisa do mundo.)

Bom, vamos falar do que interessa, o Radiohead =D Há uns 5 anos atrás eu estava na casa da minha vó todo me achando O adolescente porque estava assistindo Mtv. Eis que passa uma vinhetinha tosca que tocava 2+2=5 do Radiohead. Na hora, nem sabia quem estava cantando aquilo, mas achei demais a música. No fim ficou por isso mesmo, até que no fim do mesmo ano, estava aumentando minha cultura musical assistindo um tipo de top sei la o que de clipes importantes, blablabla, e passou o Fake Plastic Trees, obviamente, do Radiohead. Nunca tinha ouvido nada parecido antes (tudo bem, é a música do Carlinhos, mas quando passava esse comercial eu ainda não tinha o mínimo conhecimento musical), achei perfeito, música bonita, guitarras trilokis com uma pegada beeeeem depressiva. Achei legal, passei a admirar a banda e só.

http://www.youtube.com/watch?v=hmdmfWQW4ig (pra quem nunca viu o comercial do Carlinhos...)

Eis que creio eu em 2005 ou 2006, não sei ao certo, me da vontade de baixar as músicas da banda. Baixei uma leva no Kazaa, entre elas, Fake Plastic Trees (lógico), Creep, Paranoid Android (que na hora já me apaixonei e ouvi umas 20 vezes) e 2+2=5, a música do comerciaaal!

Daí pra frente foi começar a baixar os cds inteiros, comprar o Ok Computer, In Rainbows, Pablo Honey, Hail to the Thief, Meeting People is Easy.... E a admiração pela banda só crescia, junto com o prestígio que ela alcançara lançando o In Rainbows na internet.

Nesse meio tempo comecei a ir em shows... Primeiro grande que fui foi o Tim Festival de 2007, de lá pra cá, sempre que posso vou nos grandes shows, posso me orgulhar do meu currículo de shows... Logo, não poderia perder de jeito nenhum o show da minha banda favorita!!! E com esse lançamento, os rumores de que eles finalmente viriam para o Brasil aumentaram, e eu esperei anciosamente por esse dia, até que...

Finzinho de dezembro, eu já quase terminando o 3º ano do ensino médio e do meu técnico em mecânica, já com estágio garantido, esperando para começar a trabalhar, entro no site da banda, E ELES CONFIRMARAM A VINDA AO BRASIL!!! A histeria seguiu quando a data foi confirmada, quando eu comprei meu ingresso 40 minutos após o início da venda virtual, no momento da confirmação da venda e quando o ingresso chegou à minha casa. Quatro enormes gritos de satisfação e uma prévia da esquisofrenia que seria o show.

Nesse meio tempo trabalhei, fiz minha tatuagem (os bonequinos, símbolo da banda, e a frase "we hope that you choke", de exit music, que também aparece no verso do ok computer.) Confesso que foi meio que impulsividade de adolescente eu ter feito. Imagina eu vou no show e pego ódio mortal da banda? Bom, isso eu iria saber 2 semanas depois de ter gravado na pele o Radiohead.

Na semana seguinte fui novamente no Iron Maiden. Aquela multidão (pelo que eu sei tinham 70 mil pessoas mais ou menos....), o sentimento de todo mundo pulando e gritando só me deixou ainda mais animado para o Radiohead. Passei a semana fazendo contagem regressiva, mas nem me comovi com o fato, ou fiquei ansioso... Eis que na sexta feira, torço o pé muito fortemente descendo a escada do trabalho. Fui para o hospital e queriam engessar meu pé. Não deixei de jeito nenhum, eles apenas enfaixaram e mandaram eu ficar de repouso absoluto até segunda feira. Aham...

No sábado já fui para São Paulo, mais precisamente na Av. Paulista, já sem faixa, mancando e sentindo dor. Após um breve passeio, fui para a república da minha amiga que foi comigo para o show. Dormimos cedo, acordamos as 4 horas da manhã e 10 para as 6 já estávamos numa fila média. Média porque não era pequena, mas também não era grande. Ah vá!!

Não foi isso que quis dizer, foi mais no sentido de que havia possibilidade de nós conseguirmos ficar na grade, tudo dependia de como eu iria correr quando os portões abrissem.

Passamos 8 horas jogando truco, indo ao posto para ir no banheiro e comprando coisas. Comprei 2 camisetas e 3 bottons lindos ;D



Eis que 2 da tarde o portão é aberto. Mais uma vez estava calmo e nem pensava se conseguiria ficar na grade ou não. Meu pé estava doendo consideravelmente, mas conseguia andar. Mas depois que passei das catracas, pensei: CORRE. Não corri rápido, corri como corro na Lagoa do Taquaral, aqui em Campinas, mantendo meu ritmo, me preocupando com a respiração e aproveitando que tenho pernas compridas para dar menos passos. Conforme eu ia correndo, via as pessoas que saíram em disparada na minha frente sendo ultrapassadas por mim. O caminho era uma subida longa e a maioria se cansou, porque saiu correndo feito louco. Quando estava no fim da corrida, falei: pára, nem dá, desencana, mas daí escuto um cara falando pra amiga dele: Corre que ainda tem como pegar grade. Pra que, daí eu realmente corri MUITO, e CONSEGUI ficar na grade.

Nossa, me senti um atleta paraolímpico ao ganhar uma prova. Poxa, eu tava todo zuadão e consegui ultrapassar todo mundo e conseguir meu lugar na grade <3 Ô felicidade. O bombeiro que estava na grade na minha frente até ficou preocupado, estava ofegante, gritando igual um idiota CONSEGUIIII e com uma cara de zumbi de dar medo...

O tenso foi que eu tive de ficar lá parado esperando até as 6 e meia, hora que iriam entrar Los Hermanos. Na hora que anunciaram que eles iriam tocar lá fiquei receoso dos fãs loucos deles estragarem meu momento perfeito com o Radiohead, mas o show deles foi LINDO! Eles se divertiam muito tocando, podia-se ver a alegria estampada no rosto deles, e no das pessoas lá, afinal, era o 1º show deles em São Paulo desde que a banda "acabou". Eu pirei, achei que melhor não teria como ser. O Amarante é MUITO simpático, nunca pensei que ele fosse tão gente boa, virei groupie nervosamente. O Camelo também tava legal, lançou algumas preciosidades como: vocês parecem tão "unidos" daqui de cima... Mas o melhor foi o Amarante com um "até qualquer dia...." Votaram? Será??




Depois disso, o Kraftwerk!!! Adorei quando sobue que eles iriam tocar, gosto muito de música eletrônica, mas da com melodia, letra, não desses psy da vida... E ver os inverntores da música eletrônica seria ótemo ;D Imagine a cena. 3 alemães tiozões já com seus cabelos brancos e um mais novo, alto, magro, pegaeo, em roupas de couro, cada um em uma espécie de pickup lap top, usando e abusando de sintetizadores enquanto passa um clipe esquisofrênico no fundo. Me senti nos anos 80 totalmente, euestava vendo os mestres na minha frente. Todo mundo curtindo a música, dançando e eles parados lá, super formais, nem se comovendo com a galera. Nossa, foi demais. Já estava quase satisfeito, só faltava o Radiohead.




[b]Dica do dia:[/b] Quando você vai num festival, o pior momento é antes da sua banda subir. Por mais que o intervalo não seja grande, é muito horrível a espera, eu inclusive cheguei a pensar que não aguentaria até o show começar. Foram os 45 minutos mais difíceis, minhas pernas doiam, meu pé principalmente e todo o resto. Estava com muita sede e o vento estava quente de tanta gente que tinha. Por sorte, aguentei!!!

Eles já entraram tocando 15 step, música que eu particularmente não gosto.... Mas só de vê-los na minha frente!! Quando eles tocaram There There logo depois, meu Deus, que coisa linda que foi, daí sim entrei no clima daquele show com MUITAS luzes, telão no fundo e consumindo apenas 30% da energia que normalmente seria utilizada num show desses.

A banda também é demais. O Phil lá no fundo totalmente em transe na música que ele tocava, o Ed simpático como sempre, o Thom dançando esquisofrenicamente e visivelmente MUITO feliz de estar tocando pra gente e o Johnny, que perdeu a pose de malvadão mudo, acenou, falou e SORRIU!! Siiim, meninos EU VI o Johnny sorrindo, tudo bem que ele tentou esconder, mas eu consegui ver seus dentes!!! huauhahuauhahua

Mas não pensem que eu esqueci do Colin. Comofass eu esquecer dele? Meu baixo chama Colin!! Ele tava lpa na dele, perto do Phil... Daí aquela coisa, me baixou o espírito Groupie e gritei a plenos pulmões: COOOOLIIIIN!! E depois tiveram mais pessaos gritando por ele também (mais precisamente 3, mas eram as 3 mais animadas. Achei que era o único que gostava dele...) TODO fim de música a gente gritava por ele, isso quando a gente não lançava um COLIN! COLIN! COLIN!! E ele dançaaava todo feliz, teve uma hora que ele feze que o queixo dele caiu. Sei lá, baixista não deve estar acostumado com isso..... Teve uma hora que o piano que o Thom estava tocando ficou entre eu e ele, daí não tinha como eu o ver, mas quando o piano saiu... ELE ACENOU PRA MIM!!! SIM, FOI PRA MIM! Nem vem vocês querendo roubar minha glória, era eu que estava me esguelando pra ele, e me esguelei ainda mais depois dessa.

Foi tudo perfeito. Quase que minha cabeça cai do pescoço de tanto que eu fiquei a chacoalhando. Mas devo admitir que esse meu hedbenzi way of life uma hora atrapalha. Não me lembro de quase nada do show. Parece tudo um flash. Ontém vi uns vídeos, e tive noção da grandiosidade que aquilo teve e principalmente de quão perto eu estava do palco!!! Meu Deus, foi perfeito!!!!! Paranoid Android chovendo, a esquisofrenia mais pura em Idioteque, a geração Carlinhos cantando Fake Plastic Trees, momento folk com Faust Arp, momento fundo do mar com Weird Fishes... O Thom até tocou o comecinho de True Love Waits, que pra mim foi a melhor surpresa do show...

Falando em surpresas, não rolaram No Surprises, Street Spirit, A Wolf at the Door.... Mas tudo bem, eu supero.... O que me intriga é que Street Spirit e A Wolf at the Door foram meio que tiradas para colocar Fake Plastic Trees e Creep. Como disse o cara da caravana, pelo lado musical foi ruim, pois as 2 primeiras são MUITO melhores, mas pelo lado religioso.... Poxa, 2 hinos deles, que levaram a galera a loucura extrema master blaster.

No total foram VINTE E SEIS músicas. Mais de 2 horas e meia de show, que pra mim passaram como 20 minutos. For a minute there, I lost myself.

Pois bem, eles terminam o show com Creep como todo mundo gostaria. Desconfio que essa foi a última vez MESMO que eles tocaram Creep, o Thom já tava com cara de: ai que porre, só porque eles nunca ouviram... O show acaba... E um segurança está com uma folha na mão... O SETLIST!!! EU QUERO!!! Ele entrega para um random... Entregam vários setlists random e quando já estava com as esperanças quase esgotadas... Uma mina da produção taca uma bolinha de papel amassada, a primeira para o lado direito da platéia... E quem que estica o braço mais que todo mundo e pega?? EEEEEU!! Pensei: não vai ser o setlist, é impossível. Pra que, abro e vejo já escrito um "Karma Police". Nossa, fiquei parecendo louco, berrando: eu conseguiiiiiiiiiiiiiii, conseguiiiiii, final perfeito para uma noite perfeita.

O triste é agora você pensar que tem que voltar para sua rotina normal, trabalho, escola... E que provavelmente vai demorar MUITO tempo para ter outra experiência dessas... É, show realmente é uma "droga". Na hora, você fica super feliz, foge da realidade, mas depois te deixa tão down...

Pelo menos ainda tenho um setlist, eles no meu fundo de tela e um show do B-52s pela frente.







Se vocês leram até aqui, muito obrigado, o post ficou meio enorme ne?? Mas sabe como é, banda favorita é foda... Rende muito assunto...

Espero estar de volta logo com mais novidades de shows ;D

sexta-feira, 27 de março de 2009

Yargo vs Esparta



Este é mais um post comparativo do Freckled. Se você não concordar, o problema é seu.

Acabei de ver 300 pela segunda vez, agora na aula de História. Claro, que como estudo num colégio religioso não apareceu as cenas mais pornográficas e os 50 minutos de aula não deram pra chegar a parte do Rodrigo Santoro gigante-golias-andrógino. É que nós estamos estudando Grécia Antiga, um assunto que eu particularmente adoro *-*. Aliás, eu adoro História. A matéria mais legal que existe, totalmente. Acho que eu finalmente descobri o que eu quero ser da vida: historiadora. Vou lecionar em Cambridge e escrever para a BBC History Magazine (eu comprei uma esta semana, é linda, é interessante, é a minha vida e_e).
Ambições à parte, estou aqui para comparar Esparta à Yargo. Ah sim, deixe eu explicar o que vem a ser Yargo. Se você é como eu e fuça naqueles livros antigos dos seus pais, uma hora você pode encontrar um livro que preste naquele montante. Um dia desses eu encontrei Yargo, de Jacqueline Susann e me interessei. O livro é uma ficção científica vale super a pena ler. Se você não gosta de ficção científica como eu, melhor ainda, porque ele consegue ser diferente. 
Já dei a dica cultural do dia, agora vou esclarecer aonde eu encontrei semelhanças entre essas duas coisas. Eu sei que vai ter muita gente que vai achar nada a ver, mais eu supero. Assim como em Esparta, em Yargo as pessoas são proibidas de sentir qualquer emoção. Mas em Yargo é muito pior, porque, ao contrário de Esparta, nem raiva você pode sentir lá. Essa é uma das partes mais marcantes do livro, porque as pessoas são tão sem emoção que dá vontade de esganar. Como você vai esganar os personagens de um livro? Eu não sei. O caso é que tudo no planeta Yargo é comandado por uma cara bam-bam-bam metido a Deus. Ele não esconde isso de ninguém e nenhum yargoniano se importa em se curvar quando ouve o nome dele. Sinistro. É, isso em Esparta não tinha, mas eu achei legal citar. Em Esparta, logo aos 7 anos de idade a criança é preparada para guerra. Em Yargo, desde o nascimento a criança é educada longe dos pais e vive os seus 300 anos em busca de conhecimento. Em ambos os lugares também, as crianças com algum problema, que não são consideradas "perfeitas" são descartadas. É quando eu penso nesses exemplos é que eu vejo que o mundo ainda não está tão ruim. Ainda bem que Esparta não vingou e Yargo não invadiu a Terra. Só espero que o mundo não chegue a esse ponto um dia, porque aí já não valerá a pena viver, seremos só vegetais.
É, viajei. 
Mas voltando ao assunto de Yargo, acho que Hollywood deveria investir nessa história. Muito mais interessante que Twilight, eu acho. Eu já até escalei um elenco:

O Yargo: Brad Pitt (aqueles olhos combinam perfeitamente com a descrição).

David: Colin Firth. Porque o David me faz lembrar o Mark Darcy.

Sanau: Angelina Jolie. É, não sei porque, mas Sanau me faz lembrar a Lara Croft em Tomb Raider.

Janete Cooper, a personagem principal: Marília Rocha. É, eu me identifiquei tanto com a personagem que eu acho que Hollywood deveria me contratar. Nada como começar minha carreira de atriz em um filme de ficção científica. Já vejo até o Tom Cruise anunciando:"And the Oscar goes to... Marília Rocha!"
E quem dirigiria tudo seria Stephen Spielberg.

Acho que eu bebi. Câmbio Desligo.

*Imagem nada a ver, mas achei engraçada HUHDUSAHDUSAHDUSAHDUSA.

quinta-feira, 26 de março de 2009

Todas querem saber por onde ele anda

Olá, freckled leitores! Está tarde (para um dia de semana), amanhã eu tenho aula, orquestra, reunião... Mas ainda assim, decidi postar aqui hoje.
Simplesmente porque o que eu tenho pra dizer aqui agora é sensacional: eu conheci o Príncipe Encantado.
Eu sei, eu sei... Todas nós pensamos que ele havia morrido. Quanta ironia, não é?
Eu estava caminhando para a escola de manhã, quando notei um velho sentado na rua, perto do bar. Ele estava usando óculos escuros e ouvindo uma espécie de rádio velho, todo colado por fita isolante. Quando eu passei, aquele ser estranho olhou para mim e cantou uma parte da música.
Eu achei a situação mais que bizarra, e continuei andando.
Foi quando toda a cena mudou.
Olhei para trás por puro reflexo, e já não era mais o velho sentado ali. Era o cara que todas as garotas esperam desde que eram pequenas (e não adianta dizer que não), com sua armadura e sua capa vermelha.
Não posso descrever seu rosto, porque cada uma o imagina de uma forma... Mas ele era estonteantemente lindo, acreditem. Era a oportunidade perfeita para uma conversa: eu, Amanda, havia encontrado o homem perdido que todas querem encontrar!
Sentei-me ao seu lado casulamente.
- Olá Amanda. - Ele disse, um sorriso presunçoso brotando em seus lábios.
- Há. Agora você sabe o meu nome também... - Eu tenho um péssimo humor de manhã.
- Mas é claro que eu sei. Eu te conheço desde pequena, não se lembra? Acho que você já não pensa mais em mim desta forma, com armadura e capa...
- Realmente, não penso. - Eu sorri.
Foi quando ele mudou de forma: agora ele parecia ser um estudante, um daqueles garotos super engraçados, que tem uma banda, usam all star e roupas bonitas. São interessantes por natureza, sem ter que ficar chamando a atenção dos outros para isso. Ouvem música boa e preferem reunir os amigos para uma pizza na garagem do que ir beber em um buteco qualquer. Gostam de estar perto de você pelo que você é, e não pelo tamanho do seu sutiã.
- Melhor assim? - Ele perguntou.
- É, está se enquadrando mais ao meu gosto no momento. Mas então, Encantado... Por que você sumiu? - Eu perguntei, sem conter a curiosidade.
- Eu não sumi. As pessoas é que pararam de procurar por mim.
- Não entendo. TODAS AS GAROTAS SOLTEIRAS DO MUNDO PROCURAM POR VOCÊ!
- Eu estou mais perto do que elas imaginam. Olhe só aquela cena...
O garoto Encantado de jeans rasgados apontou para o portão da escola. Lá, havia uma típica adolescente bonita e cheia de amigos, conversando com um menino que era... Comum. Não havia outra palavra para descrevê-lo. Ele era... Simples. Só isso.
O namorado da menina chegou (alto e forte), e os dois entraram na escola. O menino comum e esquisito olhou para baixo e deu de ombros, o semblante derrotado.
- Ela não sabe, mas aquele era eu.
- O fortão? - Eu perguntei, sem olhar para ele.
- Não. O estranho mesmo.
Quando eu olhei para ele, ele ERA MESMO o garoto derrotado que estava conversando com a menina bonita. Sua forma havia mudado, de novo.
- Não importa o que eu faça, ela não me vê. Ela não percebe que eu sou o Príncipe Encantado, e ele é o sapo. Ela nunca vai perceber. A maioria de vocês não percebe quando estou por perto, e dizem que eu sumi. Não fui eu que sumi: vocês é que pararam de procurar nos lugares certos.
- Sinto muito. - Eu disse. Eu realmente sentia.
- Não tem importância. Sempre acontece. Espero que você me veja quando eu aparecer.
Ele fez uma brincadeira de mal gosto e tornou-se Danny Jones. Depois o Johnny Depp apareceu na minha frente. Nós dois começamos a rir, e eu perdi a noção do tempo enquanto brincávamos ali.
- Eu preciso ir. - Eu disse tristemente. - Como vou saber quando você aparecer?
- Simples. Eu sou o cara que vai te segurar pela mão como se você fosse a coisa mais importante do mundo. Eu vou estar sempre por perto, porém sem grudar em você pra tudo. Eu vou te dar liberdade de escolha, porque nós iremos confiar um no outro. Eu não vou te exibir para os meus amigos, e também não vou esconder o orgulho que eu sinto por ter você ao meu lado. Eu vou gostar de você de verdade. Você vai saber quando me olhar, eu sei que vai.
Pensei sobre aquilo por um momento.
- Não demore. - Eu sorri e virei-me. - Mais uma coisa... Troque o cavalo branco pelo Volvo prata... Aposto que as garotas vão reparar mais.
Mas ele já havia sumido.
Então, aqui vai a minha dica para todas vocês, que pensaram que o Encantado estivesse morto: ele não está.
Ele pode estar mais perto do que vocês imaginam.

A Pior Entrevista do Mundo

Na minha incrível tentativa de fazer uma entrevista para o Freckled Guitar, reúno nesta entrevista grandes futuros nomes do nosso Brasil varonil! Temos hoje, de um lado, o Yago, de 15 anos, que mora em Campinas e está no primeiro ano do colegial. A irmã dele é a menina mais brisada da escola e eu os conheço pessoalmente, obviamente. Já do outro lado, temos o Lucas, que na sua banda Sunkist (www.myspace.com/bandasunkist), atende como Luck. Ele mora em Marília e quer deixar uma coisa boa no mundo para os seus netos.

Os dois gostam de McFly, gente! Olha que lindo :)
Acho que você deveria começar fazendo uma apresentação básica para a galera saber quem você é e você ganhar respeito na quebrada!
Luck: Eu não sou ninguem ainda... só guitarrista e vocalista da Sunkist, faço cursinho, tenho 17 anos, e pronto!
Yago: Ma oeee! Eu sou Yago, tenho 15 anos, estudo em uma escola legalzinha e adoro dormir! Nas minhas tardes adoro fazer os trabalhos da querida Verinha! (professora de português)

Ok, ok... Mas se você não fosse você... Quem você seria?
Luck: Seria... Eu gosto bastante de ser eu mesmo (risos), mas... Eu gostaria de ser um dos 4 Beatles... Porque eles nunca vão ser esquecidos pela diferença que fizeram no mundo! Sabe, eu queria morrer, e deixar algo de legal pro mundo, e não ser esquecido pelos meus netos.
Yago: Seria o Tom Fletcher, porque além de ele ser inteligente, ele é criativo e as camisetas repetidas dele são legais!

Quais são os seus grandes sonhos e ambições?
Luck: Meu sonho maior é estourar com a banda! (comenta que é bobo, dá risadas)
Dóri: Nem é, se você lesse o que o Yago respondeu...
---
Yago: Meu grande sonho é ganhar um oscar, um Grammy e um Globo de Ouro, tudo de uma vez, e minha grande ambição é dominar o Reino Unido!
Dóri: E você pretende fazer isso dormindo?
Yago: Depende, porque no meu sonho eu chego nisso rapidinho!
E quais são as cinco coisas que você considera fundamentais para a sua existência na Terra?
Yago: Minha família, meus amigos, minha mesada, amor e tijolos!
Dóri: Por que tijolos?
Yago: Porque tijolos constroem casas e também eles são bons de comer.
Dóri: Você está concorrendo ao papel de mais brisado da escola com a sua irmã (a irmã do Yago, Yasmin, veio para a minha escola acabar com a minha supremacia de besteiras faladas por minuto, definitivamente. haha)?
Yago: A minha irmã é insuperável, mas ela não gosta de tijolo!
Luck: Tirando o ar que eu respiro e a comida que eu como? A gravidade... E tudo o mais? (risos)Dóri: Tanto faz!
Luck: Família, música, amigos, mulheres e dinheiro!
Dóri: O típico perfil do 50 Cent...
Luck: (...) 50 Cent... Isso é ruim, não é?
Dóri: 50 Cent é um rapper que gosta de mulheres e dinheiro. Sei lá se é bom, só sei que eu travo no 50 do nome dele, não sei falar.
*o Luck fala demais, gente. HAHA*

E você está se sentindo como se estivesse respondendo um caderno de perguntas? Eu estou sentindo isso. HAHA
Yago: Eu estou me sentindo naquele "Nada mais que a Verdade" do Silvio Santos. Ma oee!
Luck: É, parece aquele questionário do ENEM.
Dóri: Acho que ISSO é ruim.
Luck: (risos) Eu tenho 2 TV's em casa, 2 banheiros, 2 privadas, 2 chuveiros... (risos, de novo)

Do que você mais se envergonha na sua infância? Eu me envergonho dos cadernos de perguntas!
Yago: Eu me envergonho de ter ouvido Furacão 2000... E ter comprado um CD do Furacão 2000! (risos)
Luck: Ah, tirando o aniversário que eu estava vestido de Hércules? (risos)
*Dóri começa a rir sozinha, em casa*
Dóri: Já é vergonhoso o suficiente!

Mesmo você não conhecendo o outro entrevistado, que mensagem mandaria a ele?
Yago: Pra ele ser mais rápido, porque enquanto eu estou comendo meus tijolos, ele ainda está na primeira pergunta! (pausa) Tá, eu não to comendo tijolo, mas estava comendo Laka, Laka parece mini tijolos brancos!
Luck: (Não faz idéia do que mandar e não conhece A Fila Anda, da MTV) Yago... Se vira, cara!

Para terminar... Mande um recado para todos os Freckled Leitores, incluindo o Jerri Dias e o Barack Obama!
Yago: Queridos leitores do Freckled! Eu adoro vocês, mesmo nem sabendo quem são vocês, mas eu gosto, oras! Vocês leem esse blog, e esse blog é legal... E se alguém também gosta de tijolos, me add no meadd.com/adoro_tijolos, beijoos!
Luck: Freckled leitores... Aproveitem a vida, escutando Sunkist e lendo Freckled! (que osso, risos, haha, etc. e tal, patos!)

A entrevista foi podre, convenhamos. Mas obrigada pela sua atenção e volte sempre!
Yago: Obrigado!
Luck: É... Eu senti isso! Ficou bem... ENEM! Não sei o porquê...

Dóri realmente não tem controle das coisas do mundo quando está prestes a fazer uma prova de Matemática.

quarta-feira, 25 de março de 2009

Dinheiro

É vendaval. É vendaval!
Poderia provar para o Jerri Dias (que quer ele queira, quer ele não, está inflando um pouco do ego que não deveríamos ter) que também sei falar sobre política, economia e comportamento social. Poderia falar pra vocês de como eu acho que a Cópula Gaussiana não influenciou tão diretamente assim a Crise Econômica, mas como vocês devem saber, eu fiz um ano de Administração, e em Administração eu aprendi sobre público alvo. Então eu faço Freckled para quem gosta de Freckled, oras!
Mas é interessante um post sobre dinheiro. É vendaval. Posso dar como exemplo ontem. Eu tinha R$2,50 na carteira. Estava no cursinho com uma fominha considerável e não tinha pão-de-queijo na cantina. Como boa franguívora que odeia catupiry, não comprei outro salgado qualquer, e sim, um saquinho de M&M's de amendoim. Como não me senti tão satisfeita, comprei outro. Logo, repito: Dinheiro na mão é vendaval e engorda quando você vive trancafiada em um cursinho que cheira a ar-condicionado. O meu dinheiro acabou depois dos dois saquinhos. Façam as contas, oras.
O meu dinheiro nunca dura. Comida é algo bastante interessante para se comprar, na minha concepção. Mas um amigo meu costuma dizer que comida é prazer momentâneo. Ele guarda sempre o seu dinheiro para gastar em artigos de anime, o que eu acho que é prazer momentâneo a longo prazo, porque algum dia ele vai se cansar dos DVDs e vai se perguntar:
- Por que eu deixei de comer aquele muffin de chocolate na Starbucks para comprar esse DVD que eu nem gosto mais?
Porque o prazer momentâneo da comida fica para sempre. Você se lembra do gosto e fica feliz. Ou com vontade, tanto faz. Eu, neste exato momento, fiquei com vontade de ir à Starbucks e comer o tal muffin. Mas as minhas lembranças de quando eu comi o muffin são boas, o gosto é maravilhoso, então eu fico feliz.
Logo, a comida não é um prazer tão momentâneo assim.
Sabe esse negócio de guardar dinheiro pro show do ano? Não funciona muito comigo. Sabendo disso, a minha mãe, ao ver os meus esforços para o McFly em maio, me disse: "Quando sair eu compro o ingresso pra você". Então tá ótimo. Ela comprou. Eu vou ao show do McFly. Eba.
Cartões de crédito também não prestam na minha mão. Se você pegar a minha fatura de janeiro, verá 80 reais gastos em comida. 7 reais gastos em filme na locadora. O cartão de crédito típico da gorda neo-pobre e cinéfila brasileira. Filme sem comida não tem graça.
Aliás, adoro comida com TV. Quando almoço, gosto de almoçar na hora do Video Show. Não vejo mais novela, infelizmente (eu ADORO novela, viva a sinceridade!). Mas gosto de ver os artistas delas dando entrevistas lá, participando do Video Game e coisas assim.
Este post está sendo feito na escola. Tenho prova de Química na última aula. É bom pensar que, com ela, me livro de um bimestre. Depois só faltam 3 bimestres aguentando essa coisa na minha vida, vestibular e... Voilà, Direito!
Direito. Direito. Não Jornalismo. Reforço de novo.
Se bem que eu andei pensando em prestar Economia...
Mas Direito é Direito, darling. A Economia? Quem garante que ela vai continuar firme e forte?

terça-feira, 24 de março de 2009

Não foi desta vez...


Cidade de Campinas. Feriado. Fila do cinema. Junte tudo e veja o resultado.

Eu estava lá, já faz um certo tempo, mas como sempre não tenho assunto para postar aqui, postarei sobre isso... Voltando, estávamos eu e minha amiga Lais no meio de uma das imensas filas da bilheteria. Na primeira tentativa, estávamos atrás de dois meninos mega gatos estilo Dougie Poynter, mas aquela fila, bem a nossa, não andava. Mudamos e fomos para a terceira que, de longe, parecia estar menor. Só de longe mesmo, de perto ela pareceu crescer quatro metros. Mudamos novamente, agora para a última fila, que fica perto das escadas, pelo menos assim eu podia ver o movimento, e os meninos gatos. Na mesma fila que eu estava, mais duas pessoas do meu colégio também tentavam conseguir seus tickets. Eu o-d-e-i-o encontrar gente conhecida no shopping, portanto tentei ao máximo me esconder.

Já meio, muito, cansada de esperar em pé naquela maldita sequencia interminável de pessoas, mais conhecida como fila do Cinemark no Shopping Iguatemi, vejo um mulher se aproximando e parando na frente de onde todas as filas se encontravam. Ela perguntou, em um tom alto e claro, quem havia assistido algum filme que havia sido lançado recentemente. Eu, totalmente burra e idiota querendo aparecer, disse para moça que estava na minha frente que já havia assistido "Se eu fosse você 2", ela se aproximou com um bloquinho na mão, perguntando o que eu tinha achado do filme, se foi melhor que o primeiro. Foi somente um tempo depois que eu percebi o crachá dela, era da RAC (Rede Anhanguera de Comunicação), sim, ela era jornalista e estava me entrevistando. Até ai tudo bem, eu só extressei realmente quando percebi um homem com uma camera e-nor-me chegando bem, bem, perto de mim. Foto? Não queria, por nada nesse mundo. Tentei fugir de todas as maneiras, passei por baixo da fita de proteção das filas, abaixei, tampei o rosto, puis a mão no rosto e nada daquele pequeno ser sair de perto de mim com sua grande camra fotográfica. Até que eu disse: NÃO QUERO FOTO! Nesse instante eu pude olhar para os lados e percebi todas as filas mais a praça de alimentação me olhando, nunca senti tanta vergonha na minha vida! A repórter disse que sem foto não teria notícia, então eu realmente senti que não foi desta vez que eu entrei pra High Society.

Podem me matar por ser tão idiota assim, eu sei disso.
Xoxo,
Jubs, a envergonhada.

WHAT?


Eu voltei, voltei para ficar... Porque aqui, aqui é meu lugar!

Pois é, me deu até dor no estômago essa minha tentativa frustrada de cantar Roberto Carlos... Falando em Roberto Carlos, vocês já viram a grande semelhança de “Eu sou terrível” com “Met is girl” do McFLY? Não?! Passem a ouvir! Mais uma vez freckled vendo semelhanças aonde não tem, dessa vez por tia Lola.

Bem, depois de uma crise existencial, um estágio vegetativo, eu estou aqui! EM MAIS CARNE DO QUE OSSO NOVAMENTE! Eu adoro dizer isso. Ah, e antes de tudo, eu queria agradecer, agradecer mesmo pelos comentários do meu ultimo post! EU AMO VOCÊS (L)

Enfim, sabe que eu nem sei por onde começar. Como diz a Amanda: Fui abduzida pelos estudos.

Uma coisa que me irrita profundamente é quando as pessoas perguntam “O quê?” Não só eu, mais uma grande quantidade de pessoas demonstra repulsa quando se diz uma coisa e as pessoas não entendem na primeira vez. Provavelmente alguém deve ter lido este parágrafo e perguntado “O quê?” E lido novamente...
Não que eu raciocine rápido demais, é que eu falo rápido demais, e às vezes eu não tenho coragem de repetir! Tenho preguiça de repetir. Ou eu vivo em um ambiente em que as pessoas são lerdas demais e não acompanham os meus lábios (?) É uma opção.

Outra coisa - e por causa dela eu me identifiquei muito com os ets de O Guia Do Mochileiro Das Galáxias – é a mania que temos e afirmar e repetir continuamente o óbvio do óbvio: “Está um dia lindo hoje!” “Ah meu Deus, você se jogou na frente de um caminhão, você está bem?” É agora do meu estágio robô, estou passando para et. De acordo com minha amiga de longa data Giovanna, eu reclamo demais. Definitivamente, eu reclamo demais.
E não sou nada modesta...

Eu não tenho mais o que escrever, eu estou danada da vida com a minha professora de Educação Artística que vive perguntando “O que?” pra mim, qual é, eu sento na primeira carteira e a minha voz e alta. Quero ver quantos “o quês” eu irei escutar agora que estou rouca.

Deixa eu calar a minha enorme boca logo.

Kiss in your BIG ass ;*

TIALOLITA-Q-Q

domingo, 22 de março de 2009

Apresentando


Huum, como começar?
Meu nome é Vinicius (mais conhecido como Telefone), tenho 16 anos, moro em Campinas e estudo no Bentão, a mesma escola da Dóri.

Eu odeio McFly (sorry girls), e tô nesse blog porque faltam homens por aqui. :D

Sou sarcástico, indiferente, chato, antipático e afins. Mas eu sou legal (é possível isso?). Acho.

Sou completamente viciado em Evanescence e Metal Japonês. Gosto de assuntos polêmicos e.. não gosto de falar sobre política, sou meio... radical.

Tenho um narigão, orelhão e sou cheio de espinhas, mas sou super sexy, huh? ;D

Estudo o dia todo, e só escrevo com inspiração, portanto não esperem posts diários, tipo a dóri u_u

Acho que esse é o básico, com o tempo vocês me conhecem melhor.

sábado, 21 de março de 2009

60 minutos de igualdade


São somente 60 minutos, uma hora. Uma hora para o planeta, uma hora para todos. Para as pessoas, animais, plantas, água, mares, rios, todos eles, e nós, realmente precisamos disso. Se nunca niguém mudar, nada vai ajudar. Pense no futuro, no seu futuro.
Água quentinha pro meu banho, papel para eu escrever, madeira para me proteger da chuva, tudo isso eu tenho. Hoje. E amanhã? Quem me garante que tudo isso vai estar ao meu dispor?
Eu quero me garantir, quero cuidar do meu lugar e do meu futuro, me ajudem, por favor.

No dia vinte e oito de março de dois mil e nove, por favor, por mim, por vocês, pelos animais e por tudo que está ao seu redor, nosso redor, apaguem as luzes e sintam pelo menos um pouco da diferença que isso vai fazer para nós.

Se vai mudar o mundo e a mente das pessoas? Não, não mesmo. Mas já ajuda, e muito. Se cada um ajudar, de pouquinho e pouquinho, a diferença pode sim ocorrer, e quem sabe uma mudança, real, também. Pense bem, apague as luzes, e veja como isso vai ajudar. Não custa tentar, e lembre-se, façam isso por vocês, pelo futuro de vocês.

Xoxo,
Jubs.

Dóri.

As coisas mudam.
Geralmente as pessoas costumam dizer que elas mudam para melhor.
Mas se realmente for assim, então as minhas coisas são um tanto preguiçosas.
Oi, eu sou a Dóri. É difícil se acostumar comigo, mas depois que você acostuma, por mais que você negue, você não larga.
Será mesmo?
Será que eu preciso de novos ares? Ou será que eu preciso me readaptar aos que eu respiro?
Às vezes tenho essa necessidade de me readaptar. Procurar novas formas de encarar a vida, botar em prática essa metamorfose ambulante que existe dentro de mim. Mas eu simplesmente gosto tanto da pessoa que eu sou. Na verdade, não exatamente, porque eu realmente não sei a pessoa que eu sou. Dando uma de culta e me baseando em Hume, o que nós entendemos como o "eu" é baseado em emoções, e as emoções são mutáveis. Logo, o eu é mutável... A metamorfose ambulante aí de novo!
Eu nem sei mais o que eu estou falando.
Na foto, você pode ver uma parte da Faculdade de Direito da PUC-Campinas. Um lugar que eu fui visitar por algum acaso, aliás, a minha intenção, no post de hoje, era fazer um informativo sobre o meu dia na turma de Música Sacra, só assistindo o pessoal fazer aula e participando da festa de um professor muito louco lá. Minha mãe quem faz Música Sacra na PUC, aliás.
Mas essa foto me faz refletir. Estou quase certa de que ano que vem pisarei os pés aí pra estudar. Não querendo ser otimista demais, e nem pessimista demais (eu queria passar na USP ou em 1º lugar na FGV, mas a minha matemática sempre deixou a desejar e não é uma mágica que vai fazer isso melhorar). Mas sei lá, foi uma coisa cósmica com aquele lugar, meio a la Garota Tchubaruba.
Então eu fico pensando: Será que a minha vida vai mudar com isso?
Eu achava que ela iria mudar com o Cursinho. Mudou que eu não assisto mais Big Brother e nem Novela das 8, e que eu estou dando mais importância ao fato de estudar, mas de resto...
Sabe o que eu estou ouvindo agora? Um DVD cheio de metal destruidor que eu ganhei no meu aniversário de 16 anos. Nunca gostei de metal, e ainda não gosto, obviamente, mas tem certas horas que você precisa se libertar. Às vezes é bom ouvir até um Calypso. São momentos associados com músicas.
Se bem que eu parei com o metal, estava doendo a minha cabeça. Vou ouvir músicas destruidoras que eu gosto, tipo Corrupted.
Corrupted é destruidor, gente? HAHA
Enfim... O que eu queria falar nesse post na verdade, era que eu gostaria de ouvir das pessoas ao menos três frases por dia:
- "Dóri, tá tudo bem com você?"
- "Dóri, como foi o seu dia?"
- "Dóri, vamos sair e esquecer essa porra de vida?"
Sabe, melhoraria a minha vida em 100%
Às vezes as pessoas acham que eu sou só festa, só diversão, que eu sempre vou agitar tudo, é só eles esperarem com as suas bundas na cadeira, que eu sempre vou estar com aquele sorriso no rosto, atendendo todos os desejos, sendo boazinha com todas as pessoas.
Eu preciso que as pessoas retribuam os sorrisos, os afetos... Eu preciso que as pessoas sejam boas comigo, apesar de eu realmente acreditar que muita gente não tem mais solução neste mundo. Eu preciso que as pessoas me entendam.
O que é um tanto complicado, se eu mesma disse acima que nem eu mesma sei quem sou eu de verdade.
A única coisa que eu sei é que eu gostaria de ter um eu baseado em um sentimento de felicidade plena. Acabar com as bolas de neve que me impedem de passar, com um sol bem radiante derretendo-as.



sexta-feira, 20 de março de 2009

Mania de bozo!

Hoje eu estou aqui para fazer um protesto contra os professores que baseiam todas as suas piadas em sexo. Isso é cansativo, infantil e ridículo.
Fazer uma brincadeirinha uma vez ou outra é uma coisa... Mas falar SÓ sobre isso não dá! Este texto é inteiramente dedicado ao meu QUERIDO (ironia no ar) professor de matemática.
Quando alguém está com dúvida no quarto exercício, começam as piadinhas.
"Vejam só, ele está com dificuldade no quarto".
Na primeira vez isso foi engraçado. Repetir piada não é legal.
Se alguém está com dúvida no exercício três, ele também encontra uma forma de incorporar o palhaço da graça.
"Você não sabe fazer à três? Começa fazendo à dois, você ainda não tem experiência... Se quiser fazer à um também vale, é muito comum na sua idade".
QUE MERDA FOI ESSA? Não é possível, cara.
"Estão vendo esta conta? Multipliquem cruzado. Entrar de ladinho é a solução"!
"A conta que você fez está certa. Observem que o método dele é mais curto que o meu... O meu é bem grande. Não se sinta ofendido".
"Você não entendeu? Adoro quando as mulheres me pedem pra fazer de novo".
O QUE É ISSO? Meus olhos se arregalam a cada atrocidade dita. Mas o que eu posso fazer? Simplesmente lanço um olhar feio e me recomponho.
A verdade é que muito professor dorme com o bozo de noite. Sério mesmo! Existe um nível saudável de piadinhas de duplo sentido, mas assim já é demais! E o mais estranho de tudo: ele não se enxerga! Depois que faz a piada, fica rindo de si mesmo com aquela cara de "eu levo jeito com os jovens" que eu ODEIO. Eu não SUPORTO velho que se acha legal! Prefiro os velho românticos, com mulher, filhos e um labrador que é levado para passear na praça todo Domingo.

Sabem quem faz piadas legais? Meu professor de Sociologia!
"Por que colocaram uma cama elástica na Antártida? Para ver o urso POLAR" (para aqueles que não entenderam, "polar" seria "pular").
Ok, essa não é tão engraçada.
MAS ESSA AQUI É:



Entenderam o desenho? Vou explicar, acompanhem por favor:
Ká aga deitado edifício e A riscado.
Traduzindo: CAGAR DEITADO É DIFÍCIL E ARRISCADO!
ESSA FOI MUITO BOA, QUE ISSO!
Ok, já estou falando merda. A síndrome do bozo é contagiosa.
Beijos, comentem com toda a graça.

quinta-feira, 19 de março de 2009

Paráfrase

Esse meu texto é de 2007, mas o amor, afinal, é sempre contemporâneo.

Dizia Pe. Antônio Vieira - e outros sábios - que o amor é sempre pintado como um menino, o cupido, pois nunca chega à idade da razão. Certíssimo ele; O amor não combina com razão. O amor não combina com nada, e ao mesmo tempo, combina com tudo e te domina de uma forma que você não consegue mais controlar.

E as tentativas de chamar a atenção da pessoa amada parecem inúteis. Ou será que você é uma pessoa do tipo tímida que tenta disfarçar ao máximo quando ama, chegando até a causar a maior das surpresas na hora da revelação? O amor tem várias faces. Várias atitudes. Ele nunca sabe o que faz. E você percebe que você ama alguém quando todos te dão abraços apertados, mas somente um te faz sentir algo mais especial. Quando você se torna um aficcionado por uma mão, um cabelo, um par de olhos, um sorriso, um toque. Quando você não quer fazer mais nada a não ser olhar somente para uma pessoa. Aquela que lhe parece perfeita. Aquela que te faz viajar. Aquela da qual você guarda cada palavra que ouve. Aquela que te mataria com um beijo;

Então você deseja morrer, mais do que tudo.

E você pega o amor como uma obsessão. E todas as músicas que tocam no rádio parecem falar por você. E você gosta de ouvir aquela voz, mesmo que ela esteja te dizendo as coisas mais estapafúrdias do mundo. E olha nos olhos. Um olhar nos olhos correspondido, que faz o seu coração bater mais rápido. Se as mãos da pessoa também estão suadas, será que o coração dela também ganhou outra batida? Será que você tem um amor correspondido ou será que ele vai se tornar a maior das desilusões quando você resolver que é hora de soltar o temido 'eu te amo'?

E você está sentado na cadeira, em frente a um computador, vendo coisas sem importância na internet. Seu pensamento está meio longe, está no telefone, do qual você espera desesperadamente um toque. Um toque que, quando atendido, revelará o som mais agradável aos ouvidos humanos.

E tem mais: O ciúme. Sem ele, não existe amor e vice-versa. Você se preocupa com cada respiração que a pessoa amada dá, já citava o The Police. Você sente uma angústia esquisita quando a vê com outra pessoa, nem que seja só uma conversa amigável. Mas a vontade de extinguir para sempre a sua raça vem quando você a vê se perdendo em outros abraços, outras pegadas de mão, e até outros beijos. E você quer explodir, gritar, soltar tudo para fora. Mas não pode, o seu amor é secreto. E amar em segredo e ter asas e não poder voar.

Então... Quando chegará o seu final feliz? O amor te faz acreditar que você sempre vai estar querendo voltar para ele?Procure uma inspiração, e não só mais uma perda de tempo.

I call your name, but you’re not there.



quarta-feira, 18 de março de 2009

Síndrome de Naomi

Vocês já tiveram o desejo de jogar o celular na cabeça de alguém que você não aguenta mais? Pode ser até estranho pensar que alguém faria isso, mas a Naomi já fez e eu tive essa vontade duas vezes nessa mesma semana:
- Uma vez eu tive vontade de jogar o celular na cabeça da minha professora de Biologia, porque ela estava reclamando que eu não estava copiando a correção dos exercícios. Se eu sabia as respostas, era óbvio que eu não ia copiar. A voz dela me irrita. Ela é chata. Olhei para o meu celular, mas lembrei-me da lei. Eu sou uma pessoa de atitudes legais, no sentido verdadeiro da palavra.
- A segunda vez foi hoje. A minha professora de história ficou mandando eu ler o blá blá blá que ela estava falando no livro de História da escola, mas eu estava com um Intocável do Objetivo e lá tinha tudo e muito mais, então eu não queria ler o meu livro de História, já que ele é péssimo, na minha opinião.
Vocês devem achar que eu estou agressiva. Talvez eu esteja. Talvez eu tenha perfil de psicopata, talvez eu seja uma coisa totalmente diferente disso aqui. Porque nem eu mesma sei quem eu sou. E aposto o Obama que cada um de vocês também não sabe dizer, exatamente, quem são. Somos pessoas complicadas.
Sabe, eu não sei o que eu quero ultimamente. Não sei o que o destino me reserva, não sei trilhar os passos exatos para chegar a ele. Ao menos acho que não sei. E faço coisas achando que sei.
Como eu queria ter dinheiro, não ter amor, não me apegar as coisas. Eu fazia as malas e ia para uma ilha caribenha qualquer, viver todos os dias como se fossem fins-de-semanas, sem pensar nas consequências e nos problemas externos.
Outro dia estava conversando com um amigo e ele me disse que nunca teve a vontade de ser mudar para um lugar onde não conhece ninguém, para começar uma vida nova. Na verdade, acho que todos nós temos um pouco dessa vontade. Ser uma pessoa diferente. Esquecer os seus valores para ver aonde você chega sem eles.
Mas é claro que você nunca vai deixar de tê-los.
Olhe para o céu. Procure o fim.
Você nunca vai achar, obviamente.
E se formos como o céu? Qual é o nosso fim? Aonde começamos, afinal?
Se os próprios pais discordam com as nossas atitudes, será que absorvemos toda a educação imposta? Ou apenas queremos criar um novo modelo para passar para os nossos filhos, que não terão os nossos porque farão a mesma coisa?
E que não se assustem comigo. Sou obviamente adaptada à esse padrão de sociedade, sou capitalista, pago caro em um ingresso que está totalmente incluso no capitalismo devido a oferta e a procura e acho que sou inteligente.
Ou não.
Eu acho que o Coldplay é mais.
Gravity, release me
And don't ever hold me down

terça-feira, 17 de março de 2009

E eu vejo todo o encanto...


Indo embora, cada vez mais...

Meu mundo cor-de-rosa, que eu tanto amava, já não é mais tão rosa, ele já está perdendo sua essencia, está partindo, junto com minha personalidade antiga. Não sou eu quem está fazendo essa mudança, ela acontece por si só. Mas, mesmo assim, eu ainda consigo sentir que posso mudar isso, só não sei como. Eu quero mudar isso, quero meu mundo de fantasias de volta, aquele mundo sem malícia, mentiras e desigualdade, quero voltar a ver as pessoas por dentro, e não só as roupas que elas usam, quero sentar com as minhas amigas e conversar de como a aula foi boa, sobre o que eu sonhei, sobre a novela. Quero conversas saudáveis, e não somente chingamentos. Não quero falar o que não quero que pensem sobre mim, mas é instantâneo, como se fosse um próprio instinto meu, um instindo indesejado. Eu não quero ser assim. Quero ser quem eu era, e não quem eu sou.

Se eu já fui assim um dia, eu posso voltar a ser, não? É o que eu mais quero, só não consigo encontrar a velha Júlia no meio desse monte de coisas novas e ruins para mim, elas estão me atrapalhando, demais.

Quero sair de casa me sentindo bonita, do jeito que eu acho que estou, e não do jeito que eu acho que vão pensar. Quero ser mais confiante em mim mesma, e não ter vergonha de ser a Júlia antiga, aquela que não tinha medos e não se importava com a opinião alheia, o importante era se sentir bem. Eu já saí com roupas que eu odiei, que nunca imaginei que eu usaria, mas usei. Porque estava na moda, e todo mundo usava igual. E isso é o que? Uma brincadeira de gêmeas? Idiotas querendo se vestir igual? Eu apenas não sei responder. Porque isso está acontecendo comigo? Porque não posso simplesmente não ser mais tão egoísta e malvada? Porque não posso agir pelo sentimento, e não pela razão?
Aí, eu chego a resposta. Não sou eu que estou mudando, o mundo está mudando. Os corações puros das pessoas agora carregam ódio, no lugar do amor. Onde está a igualdade, a lealdade e a dignidade que antes estavam aqui? Elas foram embora, junto com todo encanto que as envolviam...


Foi sentimental e clichê, mas foi verdadeiro.
Xoxo,
Jubs.

sábado, 14 de março de 2009

O melhor desenho em muito tempo!

Oi de novo, galere. Eu sou uma sobrevivente, mais uma vez: esse ano, meus padrinhos decidiram que o aniversário da minha priminha seria comemorado em uma sala de cinema. Então a minha tia alugou uma sala no cinema (não foi tão caro, juro) e nós todos fomos assistir "Coraline". Eu digo que sou uma sobrevivente porque parecia que eu estava em uma jaula de macacos: crianças remelentas pulando nas cadeiras, derramando refrigerantes, jogando-se no chão, rasgando cartazes... Um verdadeiro zoológico. Com essa agitação toda, derramei Pepsi em mim mesma por acidente. E eu nem ao menos gosto de Pepsi direito.
Quando as luzes finalmente se apagaram, as boquinhas nervosas e escandalosas dos macaquinhos foram ficando em silêncio. Aí eu comecei a relaxar para ver o filme que estava prestes a começar, sobre o qual eu sabia algumas coisas.
O filme é fantástico. Simplesmente fantástico. As cores são maravilhosas, a animação é muito bem feita, as cenas são interessantes e criativas... Tudo muito lindo. E o melhor de tudo: o filme tem uma mensagem DECENTE para as crianças!
Vou fazer uma sinopse aqui: Coraline acabou de se mudar para uma espécie de casa rosa no meio do nada. Nessa casa rosa, existem vizinhos (quase inquilinos) que moram acima e abaixo dela, incluindo um garotinho que ela acabou de conhecer.
Na casa, ela descobre uma pequena porta coberta pelo papel de parede no canto da sala. E aí é que tudo começa.
Esta é a parte em que você pensa: "Nossa, que clichê. Ela vai para outro mundo". Mas não é nada disso, já vou lhe adiantando. Só vendo para entender. E lembrem-se de que a Dakota Fanning (que faz a voz da Coraline) não se mete em filme merda. Muito menos o excelentíssimo diretor Tim Burton. Então, assistam!
Ao final do filme, fomos todos para uma espécie de corredor no cinema. Lá, cantamos parabéns, os macacos continuaram pulando e pisoteando nos brigadeiros que estavam pelo chão, o carpete ficou simplesmente imundo e todos os funcionários faziam cara feia. Típico de uma festa de criança.
Nenhuma festa de criança está completa sem alguém derramar refrigerante, pisar no brigadeiro ou sem que apareça algo bizarro. A aparição bizarra foram duas adolescentes super góticas, sendo que uma estava com uma coleira de espinhos da qual pendia uma corrente que a conectava ao pescoço da amiga. Elas estavam andando como dois cachorros e minha família estava horrorizada. Nunca poderei ser gótica com uma família dessas.

Não que eu queira andar de coleira por aí, é claro.

Ainda bem que eu não bati diretamente com elas. Eu era uma simples adolescente que APARENTAVA ser comportada, com minha bata bege e minha bolsinha. Elas poderiam me bater! Ou até mesmo me enforcar com aquela corrente grossa...
Então resumindo: foi um dia cheio de macaquinhos e cachorros. Vou indo, porque estou falando muita merda.
Beijos, assistam Coraline!

sexta-feira, 13 de março de 2009

Se joga, foi o que eu fiz!


Propaganda mais tosca que essa não há em toda a história dos comerciais estatais brasileiros. A garota fala, fala, fala, fala e no final, em meio a lágrimas de crocodilo solta a pérola: "E se joga, foi o que eu fiz!". Isso já virou bordão no meu colégio, tudo que acontece agora o povo fala: "Se joga!". Foi isso que eu quis fazer hoje depois de afundar na minha prova de Física, da minha querida professora Mersia (leia-se múmia, ela deu aula pra minha mãe no 3º ano). Esse foi o motivo pelo qual eu não postei um texto em homenagem aos 23 anos do Danny Jones, então parabéns freckled boy, o presente vem depois! Voltando ao assunto do "Se joga!", isso foi a pior bobagem que o governo brasileiro foi inventar. Imagine uma pessoa com depressão, na dúvida de pula ou não da Ponte Rio-Niterói. Ela ouve pelo rádio a frase "Se joga, foi o que eu fiz" e bye bye. Vocês vão ver, os números de suicídios no país vão subir consideravelmente. Palavra de Marília. Mas isso também pode contribuir para a conquista de medalhas brasileiras. Os treinadores de ginástica artística, saltos ornametais e salto em distância farão bom proveito desse fabuloso estímulo. O atleta pode estar inseguro, do alto da plataforma de saltos, aí passa a aluna de medicina com seus cadernos na mão e grita com um megafone "SE JOGA, FOI O QUE EU FIZ!" e pá, medalha de ouro para o Brasil. Acho que o Comitê Olímpico Brasileiro deveria contratar essa moça para melhorar o nosso quadro de medalhas nas Olímpiadas de Londres. Todos iriam pensar que era algum tipo de doping, e não, foi o método exclusivo SE JOGA do Brasil! Ainda bem que esse blog não é frequentado por petistas ou Lula's supporters em geral, porque eu acho que depois dessa vou ser presa. É o Freckled na luta contra a ditadura. Não. Quer dizer, eu acho que não grampearam meu telefone ainda. Até porque não tem nada de interessante nas minhas conversas via telefônica: um surto por causa da não-confirmação do show de BH aqui, minha me pedindo pra comprar o remédio da pressão pra ela ali... É, eu sou a pessoa mais desinteressante do país. Até porque não tenho dinheiro suficiente para ser interessante. Sou pobre, sou feia, sou solteira, sou BV e vou ali seguir o conselho da querida Vanessa, estudante de medicina e futura geriatra-limpadora-da-bunda-do-vovô (nada contra os geriatras, profissão muito digna e), vou me jogar da Ponte das Amoras. Acho melhor não, isso seria um triste fim para mim. Quero me jogar da London Bridge, muito mais style. Poderei ser socorrida por um guarda da rainha, com aqueles cotonetes a cabeça ou então pelo próprio príncipe Harry de Gales-gatinho-lindinho-te-quero-coração. Viajei. Mas que seria lindo seria. Mais IBOPE que a brasileira não-grávida, não-atacada e não-boa-da-cabeça lá na Suíça. Erm... acho que estou falando demais, por isso deixo uma mensagem final, mais filosófica que "Só sei que nada sei" by Socrátes (eu acho, hm) e "O amor é uma dor" by Zezinho de Serrania:


SE JOGA, FOI O QUE EU FIZ!


Aproveitando o espaço internético,  vou fazer do Freckled o Xou da Xuxa. Deixo aqui um BIG PARABÉNS pro meu pai, Daniel que faz aniversário hoje e dizer que eu amo ele mais que tudo nessa vida, e que a gente vai sair juntos dessa, você pode sempre contar comigo! AMO TE!


Beijo gentem, se joguem de um lugar legal!

27 Guilhermes, não chego a lugar algum.

O título da postagem, na verdade, não tem nada a ver... É porque eu estou ouvindo uma música chamada 27 Jennifers, e me lembrei de que todo mundo já estudou com um Guilherme na vida. Ao menos 90% das meninas já foram apaixonadas por algum Guilherme. Porque é um nome bastante comum. Um incrível surto da década de 90.
Não gosto de dissertações de vestibular, gente. Sou uma pessoa emocional e que inventa teorias. Vão me dar 0 se eu fizer uma redação igual a um texto do Freckled no vestibular.
E continuo sentindo falta de um sangue masculino no blog. O Luck nunca postou, acho que preciso dar uma bronca nele. Mas enfim, eu vou procurar por Freckled-Machos. Tenho alguns em mente e irei convidá-los... Só falta eles aceitarem. A parte que eu acho mais difícil, tendo em vista que algumas pessoas acham que blogs criados por fãs de McFly são blogs que só falam de McFly e que são visitados por meninas que só leram o livro Crepúsculo porque é moda e nunca leram outro na vida.
O Freckled Guitar é diferente.
Apesar da foto do post de hoje (Olha gente, eu que tirei! Tava assistindo o Documentário do Radio:Active (thanks Yasmin!) e gostei da cor dos olhos do Danny no jogo de luz. Daí eu peguei a câmera que eu vou levar pro cursinho sabe-se lá porquê e tirei a foto), a minha intenção nunca foi falar só de McFly aqui. GENTE! Nós somos seres humanos com polegar opositor e cérebro altamente desenvolvido! Temos, obrigatoriamente, que saber falar de outros assuntos, como Batata-Frita.
Batata-Frita é ótimo. Adoro fazer. Gosto de cortá-la em palitinhos ou em cubinhos. Em cubinhos ela fica muito boa, todo mundo aprova... Tanto que domingo eu fiz pra família inteira na casa do clube e todo mundo ficou perguntando quem é que tinha feito aquela batata-frita deliciosa... Eu posso ficar rica vendendo a patente (?) da batata de cubinhos para o McDonald's, e seria um sucesso absoluto. Tão absoluto que o McDonald's teria dinheiro suficiente para libertar os americanozinhos obaminizados da crise financeira, que começou mais ou menos quando eles decidiram botar o jogo Banco Imobiliário na vida real.
Quando eu jogo Banco Imobiliário, sempre gostava de comprar Morumbi e Interlagos. Daí eu ficava riquinha rapidinho... Mas quando eu era pequena, eu falia, porque minha prima e a ex-melhor amiga dela roubavam o tempo inteiro pra me enganar e eu sempre chorava no final e minha avó me defendia. Bons tempos.
Quando eu tinha onze anos eu parei de falar com o meu melhor amigo. Ele preferia o cara que tinha ido pra Paris. Claro, porque eu era uma garota... E eu não gostava de conversar sobre garotas. E, logicamente, eu nunca tinha ido para Paris. Hoje em dia esse meu ex-melhor amigo gosta de psy e estuda no colégio técnico da Unicamp. Eu sou isso aqui e estudo na ETEC. Nós não nos falamos desde o meu aniversário de 15 anos. Eu vou fazer 17. Ele, 18.
O meu dedo ainda vai mal. Foi um grande progresso eu conseguir clicar o mouse com ele. Mas eu ainda estou usando o dedo do meio direito para digitar em união com os meus dedos super trabalhadores da mão esquerda.
Em compensação, não posso jogar boliche domingo.
Enfim, ontem eu criei uma frase super inteligente que resume toda a minha luta contra a hipocrisia: "Não sou como as outras pessoas que dizem odiar os seres humanos. Sou somente contra os seres humanos que não têm consciência de que são humanos e de que ele convive com milhões deles."
Acho que essa frase ainda vai dar início a uma boa crônica. Não roube sem autorização, eu vou ser advogada de Direito Intelectual. Vou te pegar, rapá.
Querem uma boa rádio pra ouvir? Escutem a Oi FM! Eles não me pagaram nada para dizer isso, mas acontece que eu passei a manhã inteira ouvindo ela pela internet e ela pega super bem... Vou passar o link da minha querida cidade porque é muito mais emocionante:
http://www.oifm.com.br/sp/campinas/#/home
Toca todas as músicas que você nunca imaginou tocando em uma rádio.
Termino este post com uma frase célebre do meu professor do cursinho:
"Se os homens não acertam um buraco (o da privada) grande no claro, como é que acertam um pequeno no escuro?"
Pensem nisso.

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